26 de fev de 2013

Poema de um Sono Quase Chegando

De um lado a informação
Do outro a ignorância
Dualidade perene 
Em um mundo inconstante 
Tudo mudou 
Tudo continua igual
Nada é para sempre
Nada se perde
Tudo se transforma
Nada se cria
Nada é novo
Debaixo do sol
Tudo é novidade
Ou velharia requentada? 
Onde está a verdade 
Por tantos almejada? 
É a verdade temida
A letra tremida
Os pensamentos inconsequentes
Os desejos das gentes
As confusões de uma escrita
Perto da meia-noite
O limbo entre a vigília e o sono
Uma vida fervilhante que se faz presente.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Devaneie você também!

Babel

O que você procura?

Quer receber estes devaneios em seu e-mail?

Devaneios em Vídeo