11 de abr de 2012

Agora

Já abrigada da chuva,
me aqueço.
Já livre do frio,
eu respiro

Já longe do temor,
me regenero
Já livre da dor,
reapareço
Já não há temor,
Já não há tristeza,
Nem  há mágoas
Talvez existência.

Já não há gozo, nem receio
nem fim, início ou meio
Não há espaço, não há tempo
não há miséria nem tormento.
Nada mais perturba nem transforma.

Solta no ar,
sem parar para pensar.
Estou livre.



(Agora - Titãs)

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Devaneie você também!

Babel

O que você procura?

Quer receber estes devaneios em seu e-mail?

Devaneios em Vídeo